A terceirização da Saúde com a contratação de uma Organização Social para administrar a saúde pública não passa de uma armação para eleger o atual secretário de Saúde, Gemil Júnior, e o vereador Jackson Ramos deputados estaduais.

Armação
A terceirização da Saúde com a contratação de uma Organização Social para administrar a saúde pública não passa de uma armação para eleger o atual secretário de Saúde, Gemil Júnior, e o vereador Jackson Ramos deputados estaduais. Pelo menos é essa é a opinião de um número expressivo de parlamentares. Inclusive da base governista.
Mexida
Ainda não se sabe exatamente como a mudança vai funcionar. A Organização Social já andou fazendo estudos e disse que dá para diminuir (entenda-se demitir), muitos funcionários. Mas, a exigência é que contrate 700 no lugar dos que saírem. Os novos contratados que estão sendo apresentados como os salvos do Pró Saúde teriam a obrigação de fazer campanha para os dois ungidos para levá-los para a Assembleia Legislativa.
Tenso
O secretário de Saúde não consegue esconder o nervosismo com a publicidade em torno da questão. A terceirização da Saúde vinha se desenrolando na surdina até o deputado Raimundinho da Saúde resolveu jogar os holofotes sobre a questão ao pedir uma audiência pública para debater o problema. Gemil Júnior foi bater na Assembleia Legislativa na terça feira.
Irremovível
A “operação abafa” foi desencadeada, para tentar convencer o deputado a rever posição contrária à terceirização da Saúde. Para tentar evitar maiores desgastes, convidaram o parlamentar para um almoço com o secretário e com o sub-secretário de Saúde. Possivelmente, o cardápio incluiria alguma vantagem para o deputado. Mas, nunca saberemos disso, porque Raimundinho avisou que não vai e que vai manter a audiência pública na sexta feira, doa a quem doer.
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