Dnit modifica projeto de restauração da BR-364 devido a imprevistos e obras atrasam
Superintendente diz que situação da rodovia era pior do que a esperada e que foi gasto mais solo do que o previsto. Segundo ele, obra mantém ritmo de 3 km por dia.
Por Quésia Melo, G1 AC, Rio Branco
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/T/I/pbCDKzTkeqn4T0GxKecg/dsc-6075.jpg)
Devido a imprevistos, o Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transporte (Dnit) disse que precisou refazer algumas partes
do projeto inicial de restauração da BR-364 o que acabou causando atrasos na obra.
Conforme o superintendente do órgão no Acre, Thiago Caetano, o tempo gasto em
serviços preliminares de correção de defeitos e patologias foi muito maior do
que o esperado.
Em julho deste ano, o Dnit iniciou
as obras de restauração em um trecho da BR-364 com 150 km que
seguia de Rio Branco para Sena Madureira. A previsão era que a
obra fosse concluída no prazo de dois meses com o investimento inicial de R$ 14
milhões.
Na época, o superintendente informou
que o trecho da rodovia entre os municípios de Feijó e Cruzeiro do Sul, que são
os mais críticos, já estavam passando por obras. Segundo ele, também havia sido
feita uma licitação para que as obras preliminares deste trecho começassem em dezembro deste ano para
que a BR-364 não fosse fechada no período de chuvas.
"Infelizmente, conforme a obra
foi avançando, a gente se deparou com uma estrutura na rodovia muito pior do
que havíamos imaginado. Foram muitos problemas pontuais, então, acabamos
mudando muito a logística da obra e a metodologia de execução. Gastamos muito
mais solo do que estava previsto inicialmente e foi necessário fazer um ajuste
no contrato. Isso mudou muito a dinâmica do que estava previsto
inicialmente", explica Caetano.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/d/U/vI6sCiQGyqlq7K45sc9Q/tiago-caetano.jpg)
Ainda segundo Caetano, mesmo com todos os imprevistos, a
obra de restauração da rodovia mantém um ritmo de 3 km por dia. Segundo ele,
essa é uma velocidade que vai permitir a conclusão da meta prevista para este
ano e garantir que a estrada permaneça aberta no período de chuvas.
"Se a gente conseguir manter
essa média, acredito que vai ser possível, até o final de outubro, concluirmos
a meta inicial que seria corrigir todos os pontos críticos entre Sena Madureira
e o Rio Liberdade. Acontecendo isso, a gente passa o inverno tranquilo, sem
atoleiro, sem fechar a rodovia", finaliza.