Acre deve ganhar reforço de 500 policiais até junho, garante secretário de Segurança
Reforço de efetivo será de alunos das academias. Gestor garantiu entrega de veículos e compra de pistolas para reforçar segurança.
Por Thiago Rogeh, Jornal do Acre 1ª Edição, Rio Branco/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/z/k/xyI8haS1AiYV5XxVWeAQ/emylson-farias-jac1.jpg)
As polícias Civil e Militar do Acre devem ganhar um
reforço de 500 policiais até o mês de junho. A previsão é de que os alunos da
academia da Polícia Militar, aprovados no concurso público da instituição,
reforcem a segurança nas ruas do estado durante as aulas práticas.
Emylson Farias, secretário de
Segurança Pública (Sesp), afirmou, nesta terça-feira (9), que o mesmo deve
acontecer com a Polícia Civil. A entrevista foi exibida no Jornal do Acre 1ª
Edição.
“A gente tem que reforçar o
policiamento cada vez mais, como estamos fazendo. Até o mês de junho, vamos
estar com mais 500 policiais nas ruas. A academia para as polícias Civil e
Militar devem iniciar no início do mês de fevereiro. Na Polícia Militar, quem
está na academia já pode fazer as aulas práticas fortalecendo as ruas”, afirmou
farias durante entrevista ao Jornal do Acre 1ª edição.
O gestor do órgão falou ainda que o
reforço no policiamento começou em dezembro do ano passado, com as operações Papai Noel eRéveillon, e deve
seguir até o fim deste mês.
Ele explicou que nesses dois meses a
circulação de dinheiro nas cidades do estado é bem maior do que em outros
períodos do ano devido ao pagamento do salário de dezembro e 13°.
“A população tem observado a polícia
na rua, em trevos e pontos específicos, reforçando as abordagens. No primeiro
dia deste ano, entregamos 20 motocicletas [para a Polícia Militar] e vamos
entregar mais 28. Até março, queremos entregar mais 50 para termos 98
motocicletas circulando na cidade. Também temos mais 11 viaturas para entregar
ainda este mês”, detalhou Farias.
O secretário de Segurança garantiu ainda que a pasta
está fazendo a compra de pistolas específicas para fazer o policiamento
preventivo e ostensivo. Ele considerou que as ações reforçam a segurança, mas
não são suficientes.
“Mas isso só não basta, temos que
promover a cultura de paz. Para o problema da segurança, temos que olhar para
outros fatores”, declarou.
Farias lembrou que projetos como
“Bombeiros Mirins”, “Proerd” e “Esporte, Cultura e Lazer na Comunidade”, todos
voltados para crianças e jovens das cidades onde eles são desenvolvidos, são
ações da Segurança Pública de prevenção.
“Senão vamos continuar prendendo e
não vamos dar um resultado efetivo. Precisamos nos preocupar efetivamente com
as fronteiras”, finalizou.