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“Isso significa que todos os trabalhadores têm que trabalhar até morrer”, dispara sindicalista em ato contra ‘PEC da Morte’


Rosana Nascimento ciritca "PEC da Morte"/Foto: Folha do Acre
Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (20), a presidente da Central Unica dos Trabalhadores (CUT), professora Rosana Nascimento, declarou que tanto a CUT como também o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac) são contrários à Proposta de Emenda Constitucional 287, chamada de “PEC da Morte”, que aumenta para 49 anos o período de contribuição previdenciária para que trabalhadores tenham direito à aposentadoria integral.
“Isso significa que todos os trabalhadores têm que trabalhar até morrer, porque têm que contribuir 49 anos e ter 65 anos de idade. Agora eu pergunto, professores com 15 anos de sala de aula já está com muito estresse emocional, já precisando sair de sala de aula, você imagina ter que trabalhar 49 anos. E todos os outros trabalhadores, o trabalhador rural, a mulher, que aumenta e equipara com os homens”, disse a sindicalista.
Rosana também falou sobre a greve da educação que está programada para ter início já no próximo dia 25 de fevereiro. “Vamos fazer nossa assembleia agora dia 22 e se o governo não aprovar o nosso reajuste com certeza iremos deliberar por uma greve de tempo indeterminado” disse.
O sindicato também é contra a PEC 14, proposta pelo governo estadual que quer aumentar de 10 para 14% a taxa de contribuição previdenciária para professores aposentados e da ativa. A proposta também acabaria com a licença prêmio dos servidores, que estabelece que a cada cinco anos de trabalho o servidor da educação tem o direito de três meses de férias.
afolhadoacre

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