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domingo, 28 de agosto de 2016

Após perder tudo em incêndio, mãe pede ajuda para filha de 1 mês no Acre

A pequena Kamylly Stefany precisa de fraldas, leite e produtos de higiene. Mãe teria perdido casa e enxoval durante incêndio em maio deste ano.

Aline NascimentoDo G1 AC

Kemylly Stefany precisa de leite, fraldas, roupas e produtos de higiene (Foto: Arquivo da família)Kemylly Stefany precisa de leite, fraldas, roupas e produtos de higiene (Foto: Arquivo da família)
Ainda sem condições após ter perdido tudo que tinha em um incêndio ocorrido em maio deste ano, a adolescenteThamyres da Conceição, de 16 anos pede ajuda para filha de um mês. Thamyres diz que estava grávida de seis meses quando o fogo consumiu a pequena casa no bairro Taquari, em Rio Branco. No local viviam ela a duas irmãs e um sobrinho, de 4 anos.
Morando na casa de uma tia, no bairro Vila Acre, a jovem pede ajuda com fraldas, leite, roupas e produtos de higiene para pequena Kemylly Stefany. A  mãe diz que ainda tinha pouca coisa para filha, mas todo enxoval foi consumido pelas chamas.
Mãe diz que perdeu tudo após fogo consumir a casa onde morava (Foto: Arquivo pessoal)
Mãe diz que perdeu tudo após fogo consumir
a casa onde morava (Foto: Arquivo pessoal)
"Tinha faltado luz e acendemos uma vela, que caiu e queimou a casa toda. Só conseguimos correr e tirar a botija para não explodir. O fogo começou pelo quarto e ficamos sem nada", relembra.
Sem teto, as irmãs teriam buscado ajuda na casa da tia Laudiane Gomes, de 28 anos. Uma vizinha da tia ajudou com uma cama e um colchão para as irmãs e outros amigos e parentes doaram algumas coisas para a pequena Kemylly.
"Tenho pouco leite para dar de mamar. Ela precisa de um leite especial. Peço ajuda desde que ela nasceu",  lamenta.
Os interessados em ajudar a família podem entrar em contato com Thamyres pelo número (68) 99986-4283.

Idosa é ferida com golpes de terçado na cabeça para defender o filho

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A idosa Maria Vieira da Silva, de 57 anos de idade, foi ferida com golpes de terçado na cabeça, durante a madrugada desta sexta-feira (26), no Bairro Novo Miritizal em Cruzeiro do Sul. Três jovens conhecidos por Izaquiel, Reginaldo e Mandim são os suspeitos de desferirem os golpes na mulher.

De acordo com as informações repassadas pelas testemunhas, a mulher foi agredida pelos três jovens ao tentar  defender o filho Jarisson Silva, de 27 anos, que tem problemas mentais e também faz uso de álcool e entorpecente. Após um desentendimento com três moradores do bairro, Jarisson foi agredido com golpes de arma branca.
O filho da vítima, Denilson Silva, de 18 anos, está indignado com a situação. Ele considera o ataque contra a mãe um ato covarde por parte dos jovens.
Com informações de Alexandre Gomes
juruaonline

Mulher corta orelha e quebra dente de marido para ele não sair de casa

Bebedeira entre um casal acabou em discussão e agressão na madrugada deste sábado (27), na Rua Seis do bairro Aroeira. Júlio Anderson foi agredido pela mulher com uma ripa e faca, e teve a cabeça ferida, orelha cortada e dois dentes quebrados.
Segundo informações dos militares do 4º BPM, quando eles chegaram ao local Júlio Anderson estava em visível estado de embriaguez e muito ensanguentado. Perguntado sobre o que tinha acontecido, ele disse que estaria bebendo com sua mulher quando ela entrou em fúria ao ser saber que ele iria sair. Porém, nem ele e nem a esposa quiseram ir até a delegacia para resolver o impasse. Sem acordo, os policiais foram embora.
Mas não demorou muito e, horas depois, foram acionados novamente por vizinhos que estavam incomodados com os gritos de Júlio.
Ele foi preso e levado ao Pronto Socorro para o tratamento dos ferimentos, lá ele disse que, mesmo com a cabeça e orelha cortadas e ainda com dois dentes quebrados, não vai separar da mulher.
ac24horas

sábado, 27 de agosto de 2016

Mulher leva 3 pontos na cabeça após ser agredida com golpes de facão

Francisca Silva diz que conheceu o agressor um dia antes da agressão. 
Vítima sofreu cortes na cabeça, mão e hematomas nas costas.

Adelcimar CarvalhoDo G1 AC

Mulher tem várias marcas pelo corpo causadas por facão  (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)Mulher tem várias marcas pelo corpo causadas por facão (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)
A dona de casa Francisca Magna da Silva, de 34 anos, foi agredida, na noite da sexta-feira (22), no bairro Cinturão Verde, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Ela conta que havia saído de carro com um amigo e foi surpreendida por um homem, com quem teve um relacionamento amoroso. Ela sofreu cortes na cabeça, na mão e nas costas. Ele portava um facão.
Mulher levou pontos na cabeça após ser agredida por um rapaz que conheceu há dois dias  (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)
Mulher levou pontos na cabeça após ser agredida
por um rapaz que conheceu há dois dias
(Foto: Adelcimar Carvalho/G1)
"A gente tinha saído para comprar uma carne e um sal. Meu amigo pediu para a gente passar na casa dele, para ele trocar de roupa. Fiquei no carro e ele [agressor] chegou quebrando tudo. Meu amigo saiu correndo e o homem ficou me batendo", conta. O homem seguiu o veículo com uma motocicleta.
Francisca diz que conheceu o agressor na quinta-feira (25) e que o crime pode ter sido motivado por ciúme. "Dei uns beijos nele e ele já queria mandar como se eu fosse a mulher dele. Ele ficou com ciúme do outro. Vou na delegacia prestar queixa. Ele estava com um terçado [facão] e chegou agredindo a gente", acrescenta a vítima.
A dona de casa precisou ser encaminhada ao Pronto-Socorro da cidade e foi acompanhada até em casa por uma guarnição da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência. Apesar de ter reconhecido o homem, ninguém foi preso no momento da agressão.
Francisca Magna mostra as marcas de sangue que ficaram em sua camisa  (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)Francisca Magna mostra as marcas de sangue que ficaram em sua camisa (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)

Frente fria chega na próxima semana no Acre, diz Friale

Uma nova frente fria está prevista para atingir o Acre na terça-feira (30), segundo o pesquisador em meteorologia Davi Friale no site O Tempo Aqui. Segundo ele, a temperatura terá um leve declínio, mas não durará mais do que dois dias.
De acordo com Friale, a chegada dessa frente fria provocará chuvas e temporais em vários pontos, com possibilidade de transtornos à população de algumas cidades.
Até lá os dias serão quentes, mas pode ocorrer chuvas generalizadas, com raios e fortes ventanias, no Acre, em Rondônia, em Mato Grosso, no sul e sudoeste de Goiás e na maior parte do Amazonas.
Ele diz também que as condições atmosféricas atuais indicam, segundo análise, que o período crítico da seca que atinge a região já passou, pois tudo indica que as chuvas, durante a maior parte da próxima semana, serão quase diárias, embora ainda passageiras.
Assim, o nível dos rios deverá aumentar e sair do índice tão baixo em que se encontra, como já tem ocorrido com o rio Acre, após as chuvas intensas que caíram nas últimas duas semanas.
ac24horas

No AC, atrizes ficam nuas em praça para discutir objetificação da mulher

Grupo Orejanas se apresentou no Centro de Rio Branco nesta sexta (26).
'Corpos-Peças' critica forma como mulher é vista na sociedande, diz atriz. 

Aline NascimentoDo G1 AC

Grupo apresentou performance Corpos-Peças, no Centro de Rio Branco (Foto: Evâna Ferraz/Arquivo pessoal)Grupo apresentou performance Corpos-Peças, no Centro de Rio Branco (Foto: Evânia Ferraz/Arquivo pessoal)
Para protestar e incitar a discussão sobre a violência contra a mulher, integrantes do Grupo Teatral Orejanas ficaram nuas com apenas códigos de barras e símbolos da Amazônia cobrindo os seios e as partes íntimas. A perfomace foi realizada na tarde desta sexta-feira (26), no Centro de Rio Branco. As atrizes são alunas do 8º período do curso de artes cênicas, na Universidade Federal do Acre (Ufac).
Por um período de 15 minutos, as atrizes ficaram expostas como em uma 'vitrine' para as pessoas que passavam pelo local. As alunas colocaram ainda um banner com os 'preços' de algumas partes do corpo feminino.
"Traz a discussão da mulher vista como mercadoria na sociedade, que é banalizada pelo pensamento masculino, como um objeto. A proposta é essa, de as pessoas passarem, olharem e a gente ver a reação delas. Uns riem, outros comentam como se fôssemos banais e realmente objetos", comentou a estudante Amanda Graciele, de 28 anos.
O nome da performance, Corpos-Peças, também é, segundo Amanda, uma crítica aos padrões estéticos de beleza que são, por vezes, impostos às mulheres.
"É uma crítica por essa obsessão de seguir um padrão, de uma beleza que nos é imposta pela mídia, propaganda. Que exclui corpos tal qual são, com suas gorduras, celulites, estrias ou ausência de peitos siliconizados", explica Amanda.
Amanda diz ainda que no ato não estão personagens, mas apenas as alunas com suas histórias e bagagens de vida e experiências. Ao final do ato, as jovens retiram um selo da boca e gritam palavras de ordem. Durante a apresentação, as atrizes não usam nenhum efeite, maquiagem ou joias.
"Somos totalmentes expostas em prol dessa situação, dessa mulher que é banalizada na contemporaneidade. Essa mulher que sofre abuso, violência sexual dentro de casa, nas universidades, mas é silenciada. E quanto retiramos o código de barras e gritamos 'não somos mercadoria', é a hora que darmos voz a essas mulheres que estão oprimidas pelo próprio sistema patriarcal", comenta.
Chamadas de prostituta
Já a atriz Marianne Salomão, de 22 anos, diz que essa é segunda vez que o grupo apresenta a performance na capital acreana, porém, as alunas já viajaram em turnê para alguns municípios do interior do estado com o número.

A jovem ressalta que a ideia é discutir e inquietar as pessoas sobre a sociedade machista ainda existente no mundo. "Você passa na rua e o 'cara' se acha no direito de passar a mão", ressalta a jovem.

Ainda de acordo com a aluna, nem todos entendem ou veem o ato como um protesto. As alunas afirmam que já sofreram preconceito e foram chamadas até de prostituta durante as apresentações.
"Teve uma menina que passou hoje [sexta, 26] por nós e aplaudiu. Tem gente que passa e diz que é falta de sexo, que queremos aparecer. Mas tem aquelas pessoas que aplaudem, compram a causa mesmo", conclui.
Ao final da apresentação, as alunas tiram o código de barras da boca e gritam uma palavra de ordem (Foto: Evâna Ferraz/Arquivo pessoal)Ao final da apresentação, as alunas tiram o código de barras da boca e gritam uma palavra de ordem (Foto: Evâna Ferraz/Arquivo pessoal)
Grupo Orejanas
O grupo, inicialmente montado por seis integrantes, existe há 3 anos e é composto pelas estudantes Amanda Graciele, Marianne Salomão, Mara Santos e Alexandra Alves. Conforme Amanda, a companhia surgiu dentro da universidade a partir de experimentos realizados nas disciplinas do curso. Atualmente o grupo tem cinco integrantes.

A companhia tem ainda as performances O Banho, Frida In Fases, Cor da Pele, Mulheres, Vertigem e Mulheres de Etiqueta. As integrantes são produtoras, cantoras e bailarinas.

Capivaras fogem de queimadas, mas acabam morrendo asfixiadas

CAPIVARA_01
Circulam nas redes sociais desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 26, a imagem de seis capivaras mortas intoxicadas pela fumaça em Rio Branco. As fotos de autoria do internauta, Cassio Almeida, foram publicadas em sua página pessoal e, já é compartilhada por centenas de pessoas.

Segundo informou Cássio Almeida, as capivaras teriam buscado refúgio no quintal da sua casa, no bairro Vila Betel, na Estrada Transacreana, em Rio Branco.
Ao marcar o jornalista Altino Machado, Cássio Almeida chama atenção para o problema. “Meu nobre, olha só quem amanheceu no portão da minha casa, no bairro Vila Betel, fugindo do fogo, das queimadas no Acre”.
Até as 14h50 já era possível contabilizar quase 800 compartilhamentos das imagens. A interação e comoção é grande por parte do público. (FOTOS: CASSIO ALMEIDA)
ac24horas

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Alunos protestam contra queimadas no Acre: ' precisamos respirar'

Estudantes da escola Neutel Maia fizeram um manifesto nesta sexta (26).
Cerca de 700 alunos levaram cartazes e faixas para a rua.

Com a forte massa de fumaça e o aumento das doenças respiratórias em Rio Branco, os alunoa da escola pública Neutel Maia fizeram uma manifestação na manhã desta sexta -feira (26) para protestar contra as queimadas. Cerca de 700 alunos se reuniram na frente da escola, na Avenida das Nações Unidas, por volta das 8h30. A professora de história, Cirlene Prado, de 46 anos, explica que a ideia é conscientizar tanto a população quanto as autoridades do estado.
A estudante do 8° ano, Júlia Viana Maia, de 14 anos, disse que precisou faltar dois dias de aula após ficar doente. A aluna teve que ir ao médico por conta do tempo e da dificuldade de respirar. “Eu espero que sirva para alguma coisa, porque isso está prejudicando muito a saúde de todo mundo”, reclama.
Protesto Escola Neutel Maia Acre (Foto: Marcos Vicentti/Arquivo Pessoal)
Alunos levantam cartaz contra às queimadas na rua
(Foto: Marcos Vicentti/Arquivo Pessoal)
Juliana Nascimento, de 13 anos, confirma dizendo que a fumaça incomoda os alunos durante as aulas e muitos já passaram mal. “Estamos reivindicando para pararem de queimar porque a fumaça está muito grande. Protestar contra os incêndios que estão ocorrendo”, afirma.
A professora Cirlene conta que todos os alunos do turno da manhã foram envolvidos e o protesto faz parte uma atividade escolar sobre as queimadas.
“Eles têm aula, tem base para falar. Não adianta falar por falar, e isso é esclarecido. Tivemos um tempo de estudo e debate, o manifesto é um resultado do que já fizemos na sala”, explica a professora.
Além da população, a professora reforça que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) também precisa ficar em alerta. Segundo ela, os altos índices de calor e fumaça estão associados à falta de fiscalização. “Há 20 dias acabou o contrato de 50 pais de família do Imac e foram demitidos. Eles estão desempregados e a fumaça aumenta e quem paga isso? A sociedade”, afirma Cirlene.
G1 entrou em contato com o Imac, que informou que deve se posicionar ainda nesta sexta-feira (26).
Manifesto foi realizado na manhã desta sexta (26) (Foto: Iryá Rodrigues/ G1 Acre)Manifesto foi realizado na manhã desta sexta (26) (Foto: Iryá Rodrigues/ G1 Acre)